- Devagar, pense muito antes de fazeruma tentativa como essa!Diana Nyad (3 fotos)Aos 64 anos Diana Nyad nadou 177 km de Cuba aos EstadosUnidos na 5ª tentativa!
João Francisco Nunes Campos compartilhou a foto de João Francisco Nunes Campos.
Esta senhora conseguiu ir de Cuba aos Estados Unidos pelo mar - 177 km - aos 64 anos. Na primeira tentativa ela tinha 35. Este mês, na quinta tentativa conseguiu...!
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
Diana Nyad é boa representante da TERCEIRA IDADE
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Idosos que representam a força de vontade da natureza humana
Fim da galeria
Cinco idosos cuja força de vontade os destaca dos
demais
É mais comum ver crianças e adolescentes ávidos por conhecimento, faz parte da natureza humana. De outro lado, os mais velhos, por toda experiência adquirida ao longo dos anos de vida, normalmente perdem o desejo de aprender cada vez mais, mas não estas cinco pessoas.
Conheça aqui cinco pessoas de idade que não deixaram o tempo impedir seus sonhos e se tornaram exemplo para aqueles que têm medo de iniciar uma nova fase.
sábado, 24 de agosto de 2013
Eu penso que...: E AÍ, SECRETARIA DO IDOSO?
Eu penso que...: E AÍ, SECRETARIA DO IDOSO?: Está aí um bom começo de trabalho para a Secretaria do Idoso, criada há três meses e que até agora não justificou sua existência. ...
terça-feira, 16 de julho de 2013
Condomínio de Ideias: B B KING E AMIGOS em Rock me baby // You Tube
Condomínio de Ideias: B B KING E AMIGOS em Rock me baby // You Tube: http://youtu.be/4YtwZxrnfNU Clique e veja o show de um cara carismático com mais de 80 anos e amigos mais novos Rock me baby
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sexta-feira, 12 de julho de 2013
Uma bula nova para Ato Médico... vai encontrar, por anamnese, um Governo doente e cheio de problemas inclusive ideológicos
12/07/2013 16h32 - Atualizado em 12/07/2013 16h54
Ministro promete diálogo com entidades
para reformular Ato Médico
Ministro da Saúde quer reunir médicos e outros profissionais para negociar.
Padilha afirmou que vetos têm objetivo de evitar disputas judiciais.
Ana Carolina MorenoDo G1, em São Paulo
53 comentários
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou nesta sexta-feira (12) que pretende reunir entidades médicas e outras categorias de profissionais da saúde para negociar uma nova redação para os artigos do Ato Médicovetados na quarta-feira (10) pela presidente Dilma Rousseff. "Vamos construir um projeto de lei ouvindo as entidades médicas e outras profissões. Queremos encaminhar um projeto de lei de alguns artigos que foram vetados, para deixar um texto que não corra risco de disputa judicial entre as profissões", afirmou ele ao G1.
Quando houve a divulgação dos vetos, a presidente Dilma Rousseff já havia indicado que apresentaria novo texto para, por exemplo, definir o conceito de "serviços médicos", que, na visão do Planalto, não estava colocado de forma clara.
Segundo Padilha, o motivo dos vetos foi evitar que a redação dos artigos levassem outras profissões, como acupunturistas, fisioterapeutas e nutricionistas à judicialização. "Nós médicos temos que saber que valorizar a profissão e o ato do médico não significa ter que reduzir o papel de outras profissões", disse.
O texto final, na opinião do ministro, impediria uma pessoa de receber orientações de um fisioterapeuta ou de um nutricionista sem antes ter uma prescrição médica em mãos. Caso isso não acontecesse, um desses profissionais "poderia ser questionado judicialmente porque fez o diagnóstico, a avaliação e a receita sem uma receita prévia de um médico".
Além disso, o artigo vetado também impediria que qualquer profissional da saúde que não o médico pudesse aplicar técnicas de acupuntura em um paciente. "Temos que ser humildes para reconhecer que a acupuntura surgiu muito antes do que a medicina ocidental. E que outras profissões de saúde do Brasil, como a fisioterapia, reconheceram a acupuntura inclusive antes do que nós, médicos", afirmou Padilha.
Vetos ao Ato Médico
A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que define o exercício da medicina no país, o chamado Ato Médico, com veto a pontos que causaram polêmica com outras categorias profissionais, como enfermeiros e nutricionistas. A aprovação da lei foi publicada na quinta-feira (11) no Diário Oficial da União.
O quarto artigo da lei, que define as atividades que são exclusivas aos médicos, teve nove pontos vetados. Um dos trechos mais polêmicos, que definia ser privativo aos médicos a formulação do diagnóstico e a respectiva prescrição terapêutica, foi suprimido pela presidente.
A presidente Dilma Rousseff sancionou a lei que define o exercício da medicina no país, o chamado Ato Médico, com veto a pontos que causaram polêmica com outras categorias profissionais, como enfermeiros e nutricionistas. A aprovação da lei foi publicada na quinta-feira (11) no Diário Oficial da União.
O quarto artigo da lei, que define as atividades que são exclusivas aos médicos, teve nove pontos vetados. Um dos trechos mais polêmicos, que definia ser privativo aos médicos a formulação do diagnóstico e a respectiva prescrição terapêutica, foi suprimido pela presidente.
A lei entra em vigor em 60 dias, de acordo com o texto publicado no Diário Oficial. O Congresso tem 30 dias para derrubar os vetos da presidente.
Após o anúncio dos vetos, o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz d'Avila, classificou nesta quinta-feira (11) de “traição” as alterações feitas pela presidente à lei. Na visão do dirigente do conselho de classe, há uma crise entre a categoria e o governo federal.
"O diálogo fica muito difícil. Traição é inadmissível em política. Nós nos sentimos traídos não só pelas outras profissões, mas pelo próprio ministro da Saúde. Não há mais confiança. Em qualquer relacionamento humano, a perda de confiança gera grave crise de relacionamento”, disse D´Ávila em entrevista coletiva na sede do CFM, em Brasília.
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