segunda-feira, 9 de junho de 2014

Polonês Alexander Imich morre aos 111 anos como o homem mais velho do Mundo


Homem mais velho do mundo morre aos 111 em Nova York

Alexander Imich nasceu na Polônia em 1903 e sobreviveu a um campo de trabalhos forçados no Gulag soviético
POR REUTERS
09/06/2014 15:03 / ATUALIZADO 09/06/2014 15:31

Alexander Imich posa para uma fotografia durante entrevista em sua casa em Nova York , em 9 de maio - MIKE SEGAR / REUTERS


NOVA YORK — O homem mais velho do mundo morreu em Nova York aos 111 anos, de acordo com a casa de repouso onde ele vivia.

Alexander Imich, que nasceu na Polônia em 1903 e sobreviveu a um campo de trabalhos forçados no Gulag soviético, morreu no domingo, disse Marcy Levitt, diretora-executiva da Esplanade Manhattan.

Imich emigrou para os Estados Unidos na década de 1950 e era um estudioso do ocultismo. Ele editou uma antologia chamada “Contos incríveis do paranormal”, em 1995, com 92 anos.

Ele completou 111 anos em fevereiro e em abril passou a ser o homem mais velho, de acordo com o Grupo de Pesquisa de Gerontologia da Califórnia.

O posto passa agora a Sakari Momoi, do Japão, nascido em 5 de fevereiro de 1903, um dia depois de Imich, de acordo com o grupo de pesquisas.

Dezenas de mulheres eram mais velhas do que Imich, de acordo com o grupo, e a mais velha delas, Misao Okawa do Japão, tem 116 anos.

Imich creditava sua longa vida a bons genes.

— Mas a vida que você leva é tão ou mais importante para a longevidade — disse ele à Reuters no mês passado em uma entrevista em seu apartamento no Upper West Side de Manhattan.



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sexta-feira, 6 de junho de 2014

Uma dupla de rock sem barulho...


O rock ‘n’ roll nas cordas do Duofel

A dupla conta sua história de 35 anos de carreira e faz a playlist do Bamba Jam

Bruna Marcatto05/06/14 17:46 - Atualizado em 05/06/14 17:49
O rock 'n' de Duofel (Divulgação)
Luiz Bueno e Fernando Melo, que formam a dupla de violões do Duofel, contaram a Jai Mahal sobre sua carreira de 35 anos, seu relacionamento com o rock e escolheram as músicas deste Bamba Jam.

Os dois ainda deram conselhos aos músicos mais jovens. Um deles foi: “Deixem de bobagem, alimentem seu sonho, busquem um sonho para realizar, porque a vida é muito curta, mas é bela e vem nua para vestirmos com nossos sonhos!”.

Bueno e Melo também contaram de suas aventuras na Inglaterra, onde gravaram um DVD com músicas dos Beatles, no Cavern Club, o que fez novas portas se abrirem para a dupla.
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quarta-feira, 16 de abril de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

Condomínio de Ideias: Sexo depois dos 70 anos.... !!! Mulheres têm melho...

Condomínio de Ideias: Sexo depois dos 70 anos.... !!! Mulheres têm melho...: 04/03/2014 09h00  - Atualizado em  04/03/2014 09h25 Mulheres com mais de 70 têm 'o melhor  sexo de suas vidas' P...



Pesquisadora americana conclui que mulheres mais velhas são mais aventureiras e confiantes na sua sexualidade que as jovens.

Da BBC
Idosos (Foto: BBC)
Segundo a crença popular, o desejo e a atividade sexual diminuem com a idade, especialmente nas mulheres. Mas uma acadêmica da American University, de Washington, sugere que mulheres com mais de 70, 80 ou até 90 desfrutam a melhor atividade sexual de suas vidas.
Iris Krasnow, professora de Jornalismo e Estudos Femininos, entrevistou 150 mulheres entre 20 e 90 anos sobre os seus segredos mais íntimos e teve conversas surpreendentes e reveladoras - que acabada de publicar no livro Sex After...: Women Share How Intimacy Changes as Life Changes ('Sexo depois dos...: Mulheres compartilham como a intimidade muda com as mudanças da vida', em tradução livre).
Krasnow abordou o assunto de vários ângulos, indagando sobre a atividade sexual em diferentes fases da vida: depois da faculdade, da maternidade, da menopausa e da viuvez.
Descobriu que as mulheres mais velhas eram mais aventureiras e mais confiantes na sua sexualidade que as jovens que estão em fase de 'envolvimento' ou namoro. 'A era da senhora', diz.
'Frágil, enrugada e seca'
Suas entrevistadas eram de diferentes idades, classes sociais, raças, culturas e religiões. Mas o fator comum é que relatos de sexo bom estavam sempre ligados ao desenvolvimento de intimidade e conexão emocional.
'As pessoas pensam sobre o sexo até o momento em que morrem', disse Iris Krasnow, em entrevista à BBC Mundo (serviço espanhol).
E, de acordo com o que dizem, não estão só pensando, mas também praticando e se divertindo. 'A era da mulher de 78 anos, frágil, enrugada e seca é coisa do passado', disse a autora.
Ela acrescentou que as mulheres entre 80 e 90 anos estão na faixa etária que mais cresce dentro da população idosa, em muitos países ocidentais. O que estamos vendo agora é não só um aumento na longevidade, mas o aumento da atividade sexual neste setor da sociedade.
Este crescimento da expectativa de vida vem com melhores remédios, mais vigor, mais exercício, melhor dieta e saúde - o que resulta numa população de terceira idade mais sexual e saudável do que antes.
Igualmente arcaico, indica Krasnow, é o mito de que as mudanças fisiológicas, como a menopausa, cirurgias de câncer ou histerectomia (retirada do útero), não permitem o desenvolvimento da atividade sexual saudável.
'Uma das minhas entrevistadas fez uma histerectomia aos 30 e, depois disso, melhorou sua vida sexual', deu como exemplo. 'Também inclui no livro as histórias de mulheres de 90 que estão iniciando relacionamentos', destacou.
Segundo a especialista em Estudos Femininos, a alegada incapacidade das mulheres permanecerem sexualmente ativas na velhice é um mito perpetuado por homens mais velhos que querem firmar sua juventude e, com a ajuda de Viagra, buscam relacionamentos com mulheres mais novas.
Embora não seja necessariamente defensora do uso de medicamentos, que podem ter efeitos colaterais graves, a acadêmica argumenta que hoje há acesso a uma gama de opções de tratamentos, desde os hormonais e lubrificantes aos antidepressivos, que podem devolver o entusiasmo e a capacidade de desfrutar do sexo.

Saúde e aparência
Iris Krasnow divide as mulheres que se reencontram com sua sexualidade após os 65 anos em duas categorias:
A primeira é a do 'ninho vazio' - aquela mulher que terminou de criar os filhos, adolescentes e estudantes universitários, e estes já saíram de casa.
Se antes estavam sobrecarregadas pela agitação doméstica, ocupadas em levar as crianças para lá e para cá ou preocupadas com que alguma delas a surpreendesse fazendo amor com seu parceiro, agora estão comemorando as possibilidades oferecidas por esta última fase da vida.
Essas mulheres e seus parceiros estão geralmente aposentados, mas ativos e conectados com o mundo exterior por meio de dispositivos modernos e redes de comunicação. Mas, principalmente, eles estão relaxados.
'Uma mulher me disse que, pela primeira vez, fez sexo na cozinha e estava experimentando um vibrador', disse Krasnow.
A outra categoria é a viúva. A mulher que foi casada por 55 anos e cuja vida sexual passou de ardente a aborrecida e, finalmente, inexistente. A que cuidou de seu marido doente por dez anos e o viu morrer.
'Agora essa viúva conhece outro viúvo - jogando golfe ou cartas - e os dois começam a praticar carícias de formas que nunca fizeram. Isso torna-se o melhor sexo de suas vidas', disse ela.
Um aspecto importante é a boa saúde, conseguida através de atividade e dieta adequadas.
As pessoas que vivem um estilo de vida sedentário e comendo demais não só se sentem mal, como não gostam como se vêem, afirma Krasnow.
'Alguém com sobrepeso geralmente têm outros problemas, come para preencher um buraco em sua alma', disse ela. 'Se você estiver com sobrepeso, certamente não tem boa circulação e não há irrigação para os órgãos genitais. Sexo é a irrigação', observa.
'100% das mulheres em seus 70 e 80 anos que disseram que estavam tendo um bom sexo estão em excelente condição física', contou.
Sexo, por sua vez, prolonga a vida, assegura a pesquisadora. 'Fisiologicamente, mantém o coração andando, as entranhas andando, o corpo andando, a vida andando'.
Intimidade
Mas o mais importante no desenvolvimento de uma boa prática sexual é a conexão emocional. O sexo é melhor quando há uma emoção igualmente profunda.
Krasnow chegou a essa conclusão depois de entrevistar milhares de casais ao longo de mais de três décadas.
'A pessoa que diz que só quer sexo sem amor mente. Todo mundo quer amar e ser amado. Isso é uma sensação primária que todos buscamos, sentir-se único nos olhos do amante', diz.
'Tudo parte de uma química sexual, explica, e, se essa química converte-se em compromisso e amor, o casal tem uma boa chance de sucesso e uma vida longa juntos. E se os dois estão de acordo com a evolução sexual de ambos, tudo fluirá bem', nota.
'Se você escolhe um parceiro desejado e sua mente pode se adaptar a um corpo envelhecido, sexualmente qualquer coisa é possível', acrescenta.
Nem tudo tem que ser sexo na cozinha ou de alta intensidade, Krasnow explica. Pode ser uma boa sessão de amasso ou uma massagem lenta e concentrada.
'O que pode ser melhor que isso? Sexo é o vínculo que temos com a nossa juventude. Nos mantém feliz, jovens e vivos'.

sábado, 1 de março de 2014

Condomínio de Ideias: "Em um mundo de pessoas otimistas e pessimistas me...

Condomínio de Ideias: "Em um mundo de pessoas otimistas e pessimistas me...: Zygmunt Bauman: "Vivemos o fim do futuro" O sociólogo polonês denuncia a perda de referências políticas, culturais ...

NA ATIVA O professor Zygmunt Bauman em 2012. Aos  88 anos, ele faz palestras, dá aulas e lança livros (Foto: Leonardo Cendamo/AFP)Em 1963, o sociólogo polonês Zygmunt Bauman foi censurado e afastado da Universidade de Varsóvia por causa de suas ideias, consideradas subversivas no comunismo. Hoje, aos 88 anos, imigrante em Londres, é considerado um dos pensadores mais eminentes do declínio da civilização. Ele ainda dá aulas na London School of Economics, ministra palestras pelo mundo inteiro e publicou quatro dezenas de livros que viraram best-sellers. Seus 32 títulos lançados no Brasil venderam 350 mil exemplares. O mais recente é Vigilância líquida (Zahar, 160 páginas, R$ 36,90). Bauman é autor do conceito de “modernidade líquida”. Com a ideia de “liquidez”, ele tenta explicar as mudanças profundas que a civilização vem sofrendo com a globalização e o impacto da tecnologia da informação. Nesta entrevista, ele fala sobre como a vida, a política e os padrões culturais mudaram nos últimos 20 anos. As instituições políticas perderam representatividade porque sofrem com um “deficit perpétuo de poder”. Na  cultura, a elite abandonou o projeto de incentivar e patrocinar a cultura e as artes. Segundo ele, hoje é moda, entre os líderes e formadores de opinião, aceitar todas as manifestações, mas não apoiar nenhuma..........









ÉPOCA – A moda pode dar sentido à vida das pessoas?
Bauman –
 A moda tem seus usos e uma demanda enorme e crescente. Ela fornece um modelo para a constante troca de identidades de nosso mundo. Funciona também como antídoto contra o horror de falhar num mundo em alta velocidade e contra o resultante abandono e degradação social. Não há nada de inútil na moda. Pelo contrário, é uma necessidade num mundo de flutuação e desorientação.
ÉPOCA –  Seus livros parecem pessimistas, talvez porque abram demais os olhos dos leitores. O senhor é pessimista? Ou busca a alegria de alguma forma, apesar de todos os problemas?
Bauman –
  A meu ver, os otimistas acreditam que este mundo é o melhor possível, ao passo que os pessimistas suspeitam que os otimistas podem estar certos... Mas acredito que essa classificação binária de atitudes não é exaustiva. Existe uma terceira categoria: pessoas com esperança. Eu me coloco nessa terceira categoria. De outra forma, não veria sentido em falar e escrever...